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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Hospital viValle conquista certificação internacional JCI


 05/01/2023


O Hospital viValle, em São José dos Campos (SP), conquista a Acreditação Internacional Joint Commission (JCI) – o mais importante órgão certificador de qualidade de instituições de saúde no mundo.

“O viValle é o único hospital de toda a Região Metropolitana do Vale do Paraíba a alcançar essa importante certificação e estar no ranking das melhores instituições de saúde do mundo pela excelência da assistência e segurança do atendimento aos pacientes, acompanhantes, colaboradores e profissionais de saúde. Esse reconhecimento é fruto do trabalho de um grande time empenhado, comprometido, e em especial, com olhar focado na segurança dos nossos pacientes”, comemora o diretor geral do Hospital viValle, Dr. Fernando VC De Marco.

“Após avaliação criteriosa e muito complexa, conseguimos atender aos padrões da JCI, o que confirma a busca pela melhoria contínua de nossos processos e o aprendizado institucional para fortalecer a cultura de segurança, a fim de prestar o melhor cuidado aos nossos pacientes. O viValle conta com o imprescindível apoio do corpo clínico, setores assistenciais e administrativos para manter o padrão de excelência no atendimento aos pacientes e, consequentemente, conquistar essa importante acreditação”, afirma o Gerente de Qualidade, Dr. Bruno Misumi.

Em 2018, o Hospital já havia conquistado sua primeira certificação por critérios internacionais por meio do Programa de Acreditação Canadense, que utiliza o Sistema QMentum International.

No Brasil, dos 6.642 hospitais existentes, menos de 10% possuem algum selo de qualidade e apenas 46 instituições possuem essa Acreditação, segundo pesquisa realizada pelo Núcleo de Saúde da Fundação Getúlio Vargas.

Durante o processo, que durou 10 meses, o Hospital viValle implantou novas metodologias que aliam a governança clínica às boas práticas médicas, resultando em processos padronizados de alta performance em qualidade e segurança para pacientes e colaboradores.

Para atender às exigências da JCI e estar no mesmo patamar de instituições que possuem um padrão internacional de assistência à saúde, o viValle passou por um rigoroso processo de avaliação que abrange mais de mil itens em todos os serviços, como atendimento, gestão, infraestrutura e qualificação profissional.

Como resultado da dedicação e esforços de toda a equipe, o viValle recebeu a Certificação Joint Commission International (JCI).

A Cura D'Alma




quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

O cenário de inovação na saúde: oportunidades para o Brasil e AL

 Por Alice Laranjeira

O mercado brasileiro de saúde tem registrado um crescimento acelerado nos últimos anos, e a urgência em desenvolver soluções rápidas e eficientes para resolver os diversos problemas inerentes à pandemia de Covid-19 foi um dos principais motivadores do boom observado no setor. Além disso, a conscientização criada a partir dos impactos provocados no sistema de saúde e em toda a jornada do paciente também contribui notoriamente para essa ascensão.

Atualmente, notamos uma população mais atenta ao bem-estar físico e mental e interessada em ampliar e qualificar sua rotina de cuidado. Como consequência, o olhar para a saúde passou a se desvincular de um modelo reativo, que trata a doença, para um modelo preventivo e preditivo, com foco na higidez do indivíduo.

Dessa forma, foi possível notar um amadurecimento do mercado em relação ao consumo de soluções inovadoras nesse segmento, à medida que grandes players do setor, como planos de saúde, indústria farmacêutica, hospitais e laboratórios, têm enxergado uma boa oportunidade para assumir uma atuação mais transversal na jornada do paciente.

Por esse motivo, é perceptível o movimento de aproximação destas grandes empresas ao ecossistema de startups, a fim de identificar novos serviços e produtos que possam ser oferecidos para seus clientes. E a inovação aberta entra como principal agente catalisador desse processo, possibilitando a geração de oportunidades de negócios entre grandes empresas e startups, seja por meio de investimentos, parcerias ou aquisições.

De acordo com estudo desenvolvido pela Liga Ventures junto à PwC Brasil, o número de healthtechs no país aumentou 16,11% entre 2019 e 2022, chegando a um total de 596 startups mapeadas. Impulsionadas por grandes investimentos, essas startups movimentaram cerca de R$ 1,79 bilhão neste período, distribuídos em 36 operações de fusões e aquisições.

É importante destacar que as healthtechs têm crescido no ecossistema por sua capacidade de oferecer soluções inovadoras com agilidade e eficiência frente às demandas emergentes do setor – algo que pudemos observar ao longo da pandemia -, e, assim, aproveitar as oportunidades deste mercado em ascensão. Essas startups carregam um protagonismo no desenvolvimento da inovação na saúde, garantindo o surgimento de tecnologias que trazem benefícios para todos os players do ecossistema, reduzindo tempo e custos, aumentando a comodidade de profissionais e pacientes e oferecendo tratamentos e diagnósticos cada vez mais eficazes.

Com relação às tendências para esse mercado, a transformação digital e a convergência de modelos assistenciais têm chamado atenção e se consolidado cada vez mais. Tecnologias como Inteligência Artificial e Machine Learning capazes de aumentar a precisão, velocidade e eficiência da assistência à saúde estão sendo amplamente utilizadas, assim como aplicativos que suportam e monitoram os tratamentos, oferecendo abordagens mais individualizadas para cada paciente. Outras inovações emergentes como a realidade virtual, os dispositivos wearables e biossensores mostram ainda mais possibilidades de aplicação em terapias e na melhoria da qualidade de vida do paciente.

As soluções digitais focadas em proporcionar uma jornada mais integrada para os pacientes também têm ganhado relevância no mercado, por meio de ferramentas como a telemedicina, prontuário eletrônico, prescrição digital e plataformas para agendamento de consultas e exames.

Para as healthtechs, essa é uma oportunidade de trazer soluções inovadoras para melhorar a experiência dos pacientes e usuários em suas jornadas de cuidado e gerar um maior engajamento por parte dessas pessoas. Paralelamente a isso, as biotechs, startups focadas no desenvolvimento de tecnologias baseadas em hard sciences, também têm mostrado um avanço expressivo em diversas áreas, trazendo novas terapias celulares, plataformas de tratamento, métodos diagnósticos, entre outras inovações.

Porém, com o crescimento observado no setor, o desafio para as startups passa a ser se consolidar no mercado e atingir todo o seu potencial de maneira sólida, garantindo uma posição de destaque em um ecossistema cada vez mais competitivo. O setor de saúde ainda representa um mercado em amadurecimento, com grande potencial a ser explorado, e é provável que os investimentos continuem aumentando.

Mesmo assim, como ocorre em qualquer outro segmento, existem algumas dificuldades a serem superadas. Neste caso, elas estão relacionadas principalmente às questões burocráticas, como a regulamentação e a adequação às leis de proteção e segurança de dados. E os desafios são ainda maiores quando falamos das soluções biotecnológicas: temos atualmente custos elevados para infraestrutura e desenvolvimento, barreiras regulatórias de maior complexidade e dificuldade para atrair investimentos.

Contudo, em alguns países já podemos observar a saúde digital, por exemplo, conquistando cada vez mais espaço, credibilidade e validação. E, devido ao crescimento no número de healthtechs no Brasil, os órgãos reguladores também já começaram a se adaptar a essa nova realidade, a fim de atender a necessidade de acelerar o processo de implementação de novas tecnologias no mercado.

A América Latina apresenta um amplo leque de oportunidades para abrigar um crescimento ainda mais expressivo no mercado de saúde no cenário mundial. Vale ressaltar que, nos últimos anos, foi registrado um rápido avanço não só na criação de startups do setor de saúde no território, mas também no investimento nestas empresas.


Dentre os países LATAM, Brasil, México e Chile são os que mais investem na criação de healthtechs. De acordo com o estudo “Latin America: Future of Healthtech” da plataforma Latitud, o ano de 2021 foi especialmente dinâmico para o setor, com recordes de investimento, tendo o Brasil na liderança em captação com US$ 370 milhões, seguido do Chile, com US$ 209 milhões.

EsAlmase cenário mostra que os próximos anos serão marcados não só pelo surgimento de novas tecnologias, mas também pela consolidação das inovações que estão sendo implementadas atualmente no segmento. Outro ponto é que, com startups mais maduras e soluções consolidadas, é possível que haja um crescimento no número de aquisições e fusões entre players do setor, o que coloca esse mercado como um dos mais promissores.

A Cura D'Alma




terça-feira, 3 de janeiro de 2023

APS da Unimed Bauru recebe certificação de Excelência da Fesp


  02/01/2023

A Atenção Personalizada à Saúde (APS), da Unimed Bauru, acaba de receber o prêmio Qualificare da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp) na categoria Excelente. Isso significa que o serviço oferecido pela singular atingiu a mais alta pontuação nos itens avaliados, tornando-se referência estadual. “Estamos muito felizes e satisfeitos com esse reconhecimento, pois isso demonstra nossos constantes desejos e esforços para desenvolver uma APS cada vez melhor para os beneficiários”, destaca o coordenador da APS, o médico José Mecca Guerin.

Os itens avaliados consideraram a estrutura, a segurança, a efetividade e a centralidade no paciente, englobando também os aspectos da RN 506 (440), documentos regulatórios e o Manual Brasileiro de Acreditação.

O conceito de Atenção Primária à Saúde – que na Unimed Bauru é denominada Atenção Personalizada à Saúde – é adotado mundialmente e visa entender a necessidade de cada paciente para prevenir doenças, diagnosticar com maior precisão e adotar tratamentos e reabilitações mais eficazes.

Localizada em espaço exclusivo no Centro de Diagnóstico Unimed Bauru (CDU) e no Hospital Unimed Bauru (HUB), a APS coloca à disposição de seus usuários uma equipe multidisciplinar. Esta tem seu núcleo composto por médico generalista, pediatra, enfermeira e técnicas de enfermagem. Cada equipe recebe ainda o apoio de outros profissionais: ginecologista/obstetra, psicólogos, nutricionista e assistente social, além da equipe administrativa e de recepção.

Christiano de Giácomo Carneiro, diretor administrativo, José Mecca Guerin, coordenador da APS, e Aparecido Donizeti Agostinho, presidente da Unimed Bauru

O objetivo é agregar na APS o cuidado às mais variadas necessidades em saúde de cada indivíduo e família. Para isso, a APS está de portas abertas para receber seus usuários para consultas de rotina ou por demandas agudas, procurando prover a resolução a cada um dos problemas apresentados.

A equipe APS é a responsável por cuidar da saúde de seus pacientes como um todo, incluindo atividades de prevenção, educação em saúde e reabilitação, entre outras.

A ideia é que cada pessoa (ou família) seja atendida sempre pela mesma equipe, desenvolvendo vínculo que permite um melhor cuidado; para isso, cada pessoa é estimulada a escolher seu médico responsável.

A Cura D'Alma




segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Hospital do interior de SP tem a menor mortalidade de pacientes cardíacos


 02/01/2023


O Serviço de Cirurgia Cardiovascular do Hospital de Base de Rio Preto registrou a menor mortalidade de pacientes cardíacos internados em UTI entre os principais hospitais do Estado de São Paulo. O índice de mortalidade no Hospital de Base de São José do Rio Preto foi de 3,71% no período de 10 anos, entre 2012 e 2022, segundo dados do Ministério da Saúde. É a metade do índice médio, de 7,05%, registrado nos outros seis grandes hospitais estaduais.

O levantamento analisou as internações e mortes do HB de Rio Preto, Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas de São Paulo (USP), Hospital das Clinicas (HC) de Ribeirão Preto (USP), HC da Unicamp, HC da Unesp de Botucatu e HC de Marília.

Segundo o cirurgião cardiovascular Antônio Carlos Brandi, a melhoria nas técnicas utilizadas nas cirurgias feitas no HB é a principal responsável pelo resultado. “Conseguimos reduzir o tempo médio de operação de 6h para 4h. Com isso, o paciente corre menos riscos, além de melhorar a recuperação no pós-operatório”.

Desde julho o Hospital de Base intensificou os cuidados com procedimentos cardiovasculares, a partir da abertura da Unidade de Cardiointensivismo (UCI) Dr. Domingo Marcolino Braile. Ao todo, 23 leitos foram instalados para pacientes que precisam de atendimentos cardíacos, totalmente voltado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“Aprimoramos a equipe médica do hospital, que conta com 28 profissionais, desde enfermeiros até cirurgiões. A meta é não ter mortes durante os procedimentos e, para isso, estamos sempre melhorando nossos procedimentos”, afirma chefe de cirurgia cardiovascular Carlos Alberto dos Santos.

Segundo Antônio Carlos Brandi, são realizados até 45 procedimentos todos os meses. O local proporcionou uma nova experiência aos pacientes, que além dos cuidados médicos, contam também com quartos climatizados e com frigobar.

Uma das pacientes que foi atendida no novo complexo é a dona de casa Maria José Aparecida de Souza. Ela conta que sentiu muita falta de ar e em menos de 15 dias realizou o procedimento cardiovascular necessário.

“O atendimento foi muito humanitário, fiquei internada tomando medicamentos ao longo dos 15 dias. Durante o processo, a equipe me explicou todos os procedimentos e como a cirurgia seria realizada”, afirma Maria José.

Pouco mais de dois meses depois da cirurgia, realizada em outubro deste ano, a dona de casa só tem elogios. “Agradeço muito ao hospital e aos médicos e enfermeiros que fizeram a cirurgia, eles são muito atenciosos”.

Reduções

O resultado atual do HB também aponta para uma redução na mortalidade registrada nos últimos 10 anos. Isso porque, de 2008 a 2012 a taxa estava em 6,36%, contra os 3,66% atuais.

Além disso, o tempo de internação também diminuiu. De 2018 a 2022 cada paciente permaneceu, em média, 10,4 dias internado, quase dois a menos que o registrado entre 2008 a 2012, quando as internações duravam, em média, 12,1 dias.

A Cura D'Alma




sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Fundação Butantan recebe investimento de R$ 1 bilhão para construir fábrica de vacina


 27/12/2022


Fundação Butantan fechou um acordo com o BID Invest, banco de investimento filiado ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para o financiamento de duas novas plantas em seu parque industrial: o Centro de Processamento Final de Imunobiológicos (CPFI) e o Centro de Produção de Vacinas em Ovos 2 (CPVO-2). As novas fábricas poderão triplicar a capacidade instalada do Butantan, representando um grande impacto na saúde pública brasileira. A fundação receberá um total de R$ 1 bilhão do BID e de bancos parceiros para a execução das obras. A aproximação das duas instituições ocorreu antes da pandemia, quando o Butantan uniu esforços para o combate ao SARS-CoV-2 e o BID buscava apoiar projetos alinhados à causa.

O CPFI é destinado a envase e liofilização, etapas de finalização de diferentes imunobiológicos produzidos pelo Butantan, como vacinas, soros e anticorpos monoclonais. Assim, servirá de apoio a todas as outras fábricas do parque industrial. Já o CPVO-2 é uma planta de expansão da produção de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) com base em ovos – que é o caso da vacina da gripe e da ButanVac, imunizante contra a Covid-19 em desenvolvimento pelo Butantan.

No ano passado, o Butantan produziu 100 milhões de doses de CoronaVac, 80 milhões de doses de vacina contra a gripe, 28 milhões de doses de vacinas contra hepatite A e B, HPV, DTaP e raiva, e 560 mil unidades de soros.

“Não poderíamos ter notícia mais relevante neste fim de ano. Esse financiamento do BID para a Fundação Butantan ocorre em um momento oportuno de grande crescimento da instituição, o que vai permitir o aumento da produção de vacinas para o Brasil e para o mundo. Importante ressaltar que o BID reconheceu a excelência da gestão, o profissionalismo e a sustentabilidade da Fundação Butantan, qualificada para o empréstimo”, afirma Dimas Covas, diretor executivo da Fundação Butantan.

O BID Invest é uma organização financeira internacional que tem como propósito apoiar projetos baseados em valores como sustentabilidade, equidade e desenvolvimento social e econômico – pautas que estão fortemente alinhadas à atuação do Butantan. A organização acompanhará a construção das plantas desde o lançamento do chamamento público e a fase de contratação até a execução das obras. A expectativa é que as fábricas sejam finalizadas em cinco anos.

No Brasil, na área de saúde, o BID já fechou acordos com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Grupo Alliar Medicina Diagnóstica. No total, 159 projetos brasileiros de diversas áreas foram financiados pela organização, em áreas como energia, infraestrutura social, tecnologia, turismo e transporte.

Responsabilidade socioambiental

Uma das frentes mais importantes de avaliação do BID Invest para a aprovação de financiamentos diz respeito à sustentabilidade. Ficou claro, durante as diligências feitas pela agência de fomento, que o Butantan, como principal produtor de imunobiológicos destinados à saúde pública do Brasil, adota medidas fundamentadas na responsabilidade socioambiental, visando à prevenção de impactos ambientais e ao uso racional dos recursos naturais no desenvolvimento de suas atividades.

A Cura D'Alma





quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Hospital Albert Sabin conquista acreditação ONA 3


  29/12/2022

Hospital Albert Sabin recebeu a acreditação nível 3- Acreditado com Excelência, a mais alta certificação de qualidade hospitalar conferida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).

Esta certificação atesta que o hospital além de avaliar os critérios de segurança, gestão integrada dos processos e excelência em gestão, demonstra ciclos de melhorias e maturidade institucional.

“Este resultado demonstra a dedicação e o compromisso da instituição com a assistência prestada aos pacientes. E continuamos com o nosso trabalho de fortalecimento e implementação de ações de melhoria contínua com foco na segurança do paciente, baseada na cultura de boas práticas na assistência e na gestão”, afirma Aline Stella Salvioni Guarnieri, Gerente da Qualidade do Hospital Albert Sabin.

O Hospital Albert Sabin agradece o empenho de todos os colaboradores, prestadores de serviços e parceiros pela conquista deste excelente resultado.

A Cura D'Alma




quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

BP investe R$ 25 milhões em tecnologia e triplica capacidade em cirurgia robótica


 28/12/2022

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos principais hubs de saúde de excelência do país, está investindo R$ 25 milhões na ampliação do seu parque tecnológico. A partir de agora, a instituição passa a atuar com dois novos robôs cirúrgicos, o Intuitive Da Vinci X e o Versius, da CMR Surgical, no Hospital BP, que se somam ao robô Intuitive Da Vinci Xi Surgical System, em operação no BP Mirante desde 2018. Um terceiro robô Versius completa as novas aquisições da instituição e será dedicado exclusivamente ao treinamento de profissionais na nova tecnologia recém introduzida no país.

“Estamos mais uma vez reafirmando o compromisso da BP com a inovação. Em busca da saúde e do bem-estar dos nossos clientes, entendemos que o futuro requer investimentos em tecnologia para garantir cirurgias minimamente invasivas com melhor qualidade, melhores resultados e menor custo, aliando isso a um forte projeto de ensino e pesquisa. Assim teremos coleta de dados, análises de qualidade com auxílio da inteligência artificial e avaliação de resultados para trazer a melhor medicina para os nossos clientes”, conta Denise Santos, CEO da BP.

“Comemoramos 100 sistemas Versius instalados em 14 países, com um total de cinco mil procedimentos cirúrgicos realizados, desde 2014. O Brasil é o 11º país a introduzir o sistema. Nossa missão é democratizar a cirurgia robótica e ficamos muito satisfeitos de fechar uma parceria com uma instituição de renome como o Hospital BP (BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo). Chegamos para ficar”, diz Mario Ferradosa, gerente geral da CMR Surgical na América Latina.

Democratização da robótica

De acordo com o médico Gustavo Guimarães, coordenador do programa de cirurgia robótica da BP, a chegada dos novos robôs permitirá que a instituição ofereça ainda mais acesso a este tipo de procedimento e para outras camadas da população. “Estamos democratizando a cirurgia robótica. Este é um diferencial da BP, que agora oferece o procedimento na sua unidade BP Mirante e também no Hospital BP, diversificando as máquinas e as tecnologias”, diz.

A instituição ultrapassou no último mês de setembro a cirurgia robótica número 1.000. A expectativa da BP é dobrar até o final do primeiro semestre de 2023 o número de procedimentos mensais via robôs, saltando de 35-40 para 75-80 cirurgias robóticas por mês. E até o final do próximo ano, com os três robôs operando plenamente, a meta é atingir de 100 a 150 operações robóticas por mês. “Com a ampliação, triplicaremos nossa capacidade nesse tipo de cirurgia e poderemos atuar em todas as frentes da medicina, ampliando o acesso a procedimentos como cirurgias de hérnias e histerectomia para uma parcela da população que antes não tinha acesso, por exemplo”, explica o coordenador da robótica.

Hoje a BP atua com seis grupos de Oncologia especializados em cirurgia robótica: mama/ginecologia, cabeça e pescoço, melanoma/sarcoma, aparelho digestivo, urologia e tórax. Como centro formador de profissionais de cirurgia robótica, a instituição pretende agora ampliar a capacitação do seu time de médicos e de outros mercados. “Como centro de referência, a BP passa a oferecer treinamento em várias tecnologias liberadas e aprovadas no Brasil em cirurgia robótica”, lembra o médico Gustavo.

Desde o início das cirurgias robóticas no país, já foram realizados cerca de 92 mil procedimentos por robô no Brasil e os números só estão aumentando. Em 2019 foram 13 mil cirurgias robóticas, em 2020 o Brasil contabilizou 15 mil procedimentos, em 2021 foram 20 mil operações e 2022 deve fechar na casa de 27 a 30 mil cirurgias por robô, ou seja, um crescimento anual sempre na casa dos dois dígitos.

A Cura D'Alma