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terça-feira, 19 de setembro de 2023

Hospital Evangélico de BH investe no modelo de gestão hospitalista


Hospital Evangélico de Belo Horizonte (HE) é a primeira instituição filantrópica do Estado a implantar o modelo hospitalista de gestão assistencial, uma inovação mercadológica para o setor de saúde brasileiro que prioriza o cuidado integral centralizado no paciente, visando a redução do tempo de permanência e a otimização dos custos e da qualidade do atendimento.

Localizado no bairro Serra, região Centro-Sul de Belo Horizonte, o HE tem uma estrutura que inclui 166 leitos, sendo 20 de CTI e dois blocos cirúrgicos com total de nove salas. Com 75% de atendimento SUS e 25% via operadoras de planos de saúde, a instituição filantrópica que completou 77 anos em 2023 engloba 24 especialidades médicas.



Segundo os médicos clínicos gerais, sócios-fundadores da Virtus – Hospitalista em Foco e responsáveis pela implementação do modelo no HE, Pedro Gibson e Ricardo Braga Coelho, a Medicina Hospitalar tem diferenciais que visam aumentar a eficiência no cuidado com o paciente, a partir da atuação do médico hospitalista que assume a gestão da assistência direta para agregar competência para manejo específico de pacientes complexos visando uma experiência de qualidade superior e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade financeira da organização.

“Nesses primeiros três meses, iniciamos a implantação do modelo pela clínica médica com a proposta de avançar na sequência para incluir pacientes cirúrgicos selecionados através da modalidade de co-manejo”, adianta Ricardo Braga Coelho.

Em um cenário como o atual, com aumento progressivo do custo da saúde no setor público, o modelo hospitalista otimiza a eficiência interna e integra a transição de cuidado para e pela atenção primária, planejando a horizontalidade do tratamento e suporte do paciente dentro das características da rede. “Dessa maneira, a implantação em um hospital filantrópico aumenta a disponibilidade de leitos, permitindo acesso a maior parte da população e garantindo uma sustentabilidade do modelo”, conclui Pedro Gibson.

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Instituto Sírio-Libanês implementa protocolo para prevenção de sepse

 

15/09/2023



De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de mortes por ano acontecem em decorrência da sepse, a principal causadora de mortes dentro das unidades de tratamento intensivo (UTIs), em pacientes com doenças não fatais. Para prevenir, identificar precocemente e tratar a doença, todas as unidades hospitalares geridas pelo Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês (IRSSL) possuem um protocolo de sepse bem estruturado para garantir maior rapidez na identificação e atendimento aos pacientes. São eles, o Hospital Regional de Jundiaí, Hospital Geral do Grajaú, Hospital Municipal Infantil Menino Jesus (HMIMJ) e Hospital Regional de Registro (HRR).




A sepse, popularmente conhecida como infecção generalizada, é qualquer tipo de infecção que cause algum mau funcionamento de um órgão ou sistema do corpo humano. Ela ocorre quando o sistema de defesa – para se proteger de uma infecção – acaba espalhando a infecção por diferentes partes do corpo, contaminando todo o organismo.

De acordo com Danilo Duarte, infectologista e superintendente médico do Hospital Regional de Jundiaí, qualquer tipo de infecção pode causar sepse. “As mais comuns são aquelas infecções cujo agente causal são as bactérias, como pneumonia e infecção urinária, mas qualquer outro agente infeccioso pode causar sepse”, diz.

Os sintomas variam com a gravidade do quadro, mas podem se manifestar como febre, coração acelerado, pressão baixa, confusão mental e fraqueza extrema, entre outros. Tudo depende do grau de comprometimento do corpo. Caso a doença não seja diagnosticada e tratada rapidamente, a infecção pode se espalhar pelo organismo e até levar à morte. “Qualquer pessoa tem risco de adquirir sepse, mas os perfis mais vulneráveis são os idosos acima de 65 anos, as crianças, principalmente menores de um ano, e os pacientes que têm algum grau de deficiência imunitária (imunossupressão), que os transplantados, em quimioterapia ou aqueles com infecção pelo HIV, que possuem a imunidade mais comprometida”, explica Duarte.

Por isso, o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês estabeleceu nos hospitais protocolos que são gerenciados pela equipe da qualidade e controle de infecção (SCIH) da instituição, para fazer com que os profissionais possam identificar de forma precoce os casos de sepse e assim realizar o tratamento adequado. Entre as ações, estão o tratamento de antibioticoterapia o mais precoce possível, a coleta de amostras de cultura para identificação do agente que está causando a infecção, a hidratação vigorosa por forma parenteral, ou seja, administrada por via intravenosa, para poder ajudar o organismo a combater a infecção, além da monitorização e a transferência do paciente para uma unidade adequada, geralmente uma unidade de terapia intensiva.

Fora do ambiente hospitalar, a sepse também pode ser prevenida, principalmente por meio de vacinas. “Grande parte dos agentes que causam sepse são preveníveis com vacina, a correta higiene das mãos, lavagem dos alimentos para evitar intoxicação alimentar, evitar tomar água contaminada e beber sempre água filtrada. Aos primeiros sinais de infecção, é preciso procurar o serviço de saúde imediatamente”, finaliza o médico.

A Cura D'Alma




sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Hospital Oswaldo Cruz conquista o Selo de Qualidade COFEN

 


15/09/2023


Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de conquistar o Prêmio Nacional de Qualidade, concedido pelo Cofen (Conselho Federal de Enfermagem). Atualmente, é o mais completo sistema de certificação e valorização da enfermagem no Brasil. As três unidades da Instituição (Paulista, Campo Belo e o Hospital Vergueiro) receberam a indicação para aquisição do Selo Nacional de Qualidade Cofen e Certificação dos Profissionais de Enfermagem e foram contempladas. A iniciativa é resultado da excelência assistencial e relevante contribuição para práticas inovadoras de enfermagem.

Esta é a primeira vez que o Hospital participa do Prêmio Nacional de Qualidade e recebe o selo e, há quatro anos, a Instituição também foi reconhecida e conquistou a certificação para a área da educação, por meio da Faculdade e da Escola Técnica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Para obtenção do selo, após o envio da documentação necessária, todas as unidades da Instituição passaram por uma avaliação – com duração de uma semana -, que teve como objetivo evidenciar e destacar os pontos fortes como: humanização, foco no paciente, acervo documental, integração e sustentabilidade e política do serviço de enfermagem.

O Selo e a Certificação da Qualidade Cofen são concedidos às Instituições e profissionais de enfermagem que atuam nas unidades candidatas. Para aquisição das certificações a instituição deve alcançar, no mínimo, a pontuação de 75% em cada unidade, e os profissionais de enfermagem que ali atuam são certificados, desde que atendam aos critérios de elegibilidade descritos no Manual do Selo e da Certificação da Qualidade do Serviço de Enfermagem.

De acordo com a diretora-executiva assistencial do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Fátima Gerolin, estimular as boas práticas na gestão de risco e segurança do paciente no âmbito da qualidade, bem como contribuir com a assistência segura, melhoria dos resultados da Instituição e a satisfação dos profissionais contribuiu com a aquisição do Selo da Qualidade. Outro fator primordial para esta conquista é garantir o melhor desfecho e a melhor experiência para os pacientes e familiares do Hospital, que conta com um modelo assistencial próprio, que coloca o paciente e seus familiares no centro do cuidado de forma prática.

“Somos uma Instituição com 125 anos de excelência e contamos com um modelo assistencial próprio que tem como diferencial colocar o paciente e o seu familiar no centro do cuidado, bem como estimular o estabelecimento de vínculos entre os profissionais da saúde com o paciente, em consonância com as melhores práticas de assistência. Aqui servimos à vida com um time assistencial formado por 1.622 profissionais de enfermagem. Esta conquista se dá pelo reconhecimento nacional e pela qualidade da nossa equipe assistencial. Isso é possível pelo constante empenho em manter e aprimorar a qualificação da nossa força de trabalho, bem como sustentar a cultura que é transmitida ao longo dos anos”, esclarece.

Segundo a diretora-executiva assistencial, participar desse tipo de certificação foi muito contributivo para todos da Instituição, porque ter um olhar externo direcionado para esta categoria profissional é algo bastante importante, devido à possibilidade de criação de novas práticas para o aprimoramento da assistência. “O fato de conquistarmos o selo é um reconhecimento ao time e ao nosso modelo assistencial, o que contribui para a disseminação de boas práticas e excelência no cuidado com os pares do setor”, explica.

Valorização da Enfermagem no cuidado centrado no paciente

Os profissionais da enfermagem são essenciais dentro do sistema de saúde. São eles as peças chaves no cuidado central do paciente, além de serem considerados a linha de frente durante todo o tratamento dos pacientes: desde o momento da entrada no hospital, realização de exames, procedimentos, internação até a alta. Além do contato direto com os pacientes, a equipe de enfermagem é responsável por ser a “ponte de comunicação”, entre médicos e demais profissionais das equipes assistenciais.


A Cura D'Alma





quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Cardiologista da Casa de Saúde São José esclarece dúvidas sobre Insuficiência Cardíaca

 

13/09/2023


No mês de prevenção às doenças cardiológicas, médico explica os principais sintomas e consequências da doença diagnosticada no apresentador Fausto Silva


Segundo o Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte. No Brasil, estima-se que cerca de 14 milhões de pessoas têm alguma doença cardiovascular e, pelo menos, 400 mil mortes ocorrem anualmente, em decorrência dessas enfermidades. Setembro foi eleito o mês símbolo para intensificar a divulgação sobre a importância de prevenir e tratar esse problema.

 

A Casa de Saúde São José (CSSJ), da Rede Santa Catarina, é referência em cardiologia e fará parte das ações de prevenção e divulgação de informações sobre o tema. O hospital conta com Emergência Cardiológica, Unidade Coronariana, Hemodinâmica 24 horas, Medicina Nuclear, Cardio-Oncologia, Centro de Insuficiência Cardíaca, Unidade de AVE, entre outros.

 

O coordenador da unidade Coronariana da instituição, Dr. Gustavo Gouvêa, aborda a doença cardiológica que ganhou mais evidência recentemente após o diagnóstico do apresentador Fausto Silva, a insuficiência cardíaca (IC).

 

“É uma doença na qual o coração não consegue bombear o sangue de forma efetiva para atender as necessidades do nosso corpo.  Podemos dizer de forma simples, que o paciente com insuficiência cardíaca é um paciente com o coração ´fraco”, explica o cardiologista.


A causa mais comum que pode levar ao “enfraquecimento do coração” é o entupimento das artérias coronárias, geralmente levando ao infarto. A hipertensão, o álcool, as doenças das válvulas do coração, a doença de Chagas e a infecção do coração (miocardite) também são causas comuns de insuficiência cardíaca.

 

“Os sintomas mais comuns para esta doença são: falta de ar e cansaço aos esforços, inchaço nas pernas, tornozelos e pés, batimento cardíaco rápido ou fora do ritmo, reduzida capacidade ao exercício, aceleração do coração, falta de ar noturna, aumento da diurese à noite e aumento do volume da barriga por líquido”, conta o especialista.

A insuficiência cardíaca pode ter vários graus de gravidade. Desde os mais leves, que possuem poucos sintomas, até os mais graves que podem gerar muitas limitações ao paciente. O tratamento para a enfermidade pode ser feito de três principais formas: não-medicamentosa - consiste em cessação do tabagismo, alimentação saudável com dieta adequada, prática regular de exercício, cessação da ingestão de álcool; com medicamentos - diversos remédios são usados para o tratamento, e vários deles reduzem a chance de morte e melhoram os sintomas da doença;  cirúrgica - muitos casos são tratados com cirurgias de revascularização (“ponte de safena”), com angioplastia e colocação de stent, implante de marcapasso cardíaco e até o transplante de coração.

“Quando se indica um transplante de coração, como foi o caso do Faustão, é porque o tratamento otimizado com todos os remédios disponíveis, associado às medidas não-medicamentosas e eventualmente até as cirurgias falharam em melhorar os sintomas do paciente e também não foram capazes de melhorar a força do músculo do coração, permanecendo ele muito fraco. Portanto, o transplante não é a regra no tratamento, sendo indicado quando o paciente está refratário a todos os outros tratamentos disponíveis. Cabe ressaltar que após o transplante esses pacientes passam a ter uma ótima evolução, sendo um tratamento muito eficaz e estabelecido”, esclarece Dr. Gustavo Gouvêa
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A Cura D'Alma





quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Hospital Evangélico de BH investe no modelo de gestão hospitalista

 

13/09/2023


O Hospital Evangélico de Belo Horizonte (HE) é a primeira instituição filantrópica do Estado a implantar o modelo hospitalista de gestão assistencial, uma inovação mercadológica para o setor de saúde brasileiro que prioriza o cuidado integral centralizado no paciente, visando a redução do tempo de permanência e a otimização dos custos e da qualidade do atendimento.

Localizado no bairro Serra, região Centro-Sul de Belo Horizonte, o HE tem uma estrutura que inclui 166 leitos, sendo 20 de CTI e dois blocos cirúrgicos com total de nove salas. Com 75% de atendimento SUS e 25% via operadoras de planos de saúde, a instituição filantrópica que completou 77 anos em 2023 engloba 24 especialidades médicas.


Segundo os médicos clínicos gerais, sócios-fundadores da Virtus – Hospitalista em Foco e responsáveis pela implementação do modelo no HE, Pedro Gibson e Ricardo Braga Coelho, a Medicina Hospitalar tem diferenciais que visam aumentar a eficiência no cuidado com o paciente, a partir da atuação do médico hospitalista que assume a gestão da assistência direta para agregar competência para manejo específico de pacientes complexos visando uma experiência de qualidade superior e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade financeira da organização.

“Nesses primeiros três meses, iniciamos a implantação do modelo pela clínica médica com a proposta de avançar na sequência para incluir pacientes cirúrgicos selecionados através da modalidade de co-manejo”, adianta Ricardo Braga Coelho.

Em um cenário como o atual, com aumento progressivo do custo da saúde no setor público, o modelo hospitalista otimiza a eficiência interna e integra a transição de cuidado para e pela atenção primária, planejando a horizontalidade do tratamento e suporte do paciente dentro das características da rede. “Dessa maneira, a implantação em um hospital filantrópico aumenta a disponibilidade de leitos, permitindo acesso a maior parte da população e garantindo uma sustentabilidade do modelo”, conclui Pedro Gibson.


A Cura D'Alma





terça-feira, 12 de setembro de 2023

Protocolos reduzem tempo de atendimento para salvar vidas

 

Casos emergenciais são identificados e têm prioridade no Pronto Atendimento do Hospital Santa Teresa

12/09/2023


Em uma emergência, cada minuto é precioso. Por isso, os profissionais de saúde correm contra o tempo para salvar a vida dos pacientes. Em uma unidade de Pronto Atendimento, as queixas são diversas e com graus diferentes de complexidade, tornando-se fundamental priorizar os casos de maior risco.

Neste sentido, as equipes precisam estar alinhadas para atuarem com autonomia e agilidade nos casos em que o paciente corre risco de morte. Pacientes com sintomas de Dor Torácica, Sepse e AVC são alguns dos casos que necessitam de atendimento diferenciado. No Pronto Atendimento do Hospital Santa Teresa, é oferecido um atendimento estratégico com base nos estudos científicos mais atuais, por meio de protocolos gerenciados, desenvolvidos em parceria com o corpo clínico e assistencial da Unidade de Pronto Atendimento, de acordo com os conceitos da medicina baseada em evidências, atendendo às recomendações das Sociedades Brasileira de Cardiologia, instituto latino americano de sepse e sociedade brasileira de AVC.

“Estabelecer protocolos gerenciados em uma unidade de urgência e emergência é de fundamental importância para garantir a prestação de um atendimento adequado, onde cada integrante da equipe sabe exatamente o que fazer. Essa organização garante agilidade no atendimento e nos procedimentos necessários”, contou o médico Cláudio Gallo, Chefe de Plantão no Pronto Atendimento, explicando que os protocolos envolvem profissionais de diferentes áreas, como enfermagem, médicos, farmácia, laboratório, Hemodinâmica, Radiologia, recepção e portaria.

Na prática, o protocolo garante a autonomia necessária para atuação imediata das equipes. Após a chegada do paciente ao Pronto Atendimento, todos passam por uma triagem que identificará a necessidade de abertura de um protocolo específico. “Antes, precisávamos esperar a definição da conduta pelo médico. Com o protocolo, existe uma predefinição do passo a passo do atendimento, com base nos sintomas relatados”, comentou a técnica de enfermagem Fernanda Gracindo.

As rotinas e procedimentos seguem as mais rígidas normas de segurança, passando por auditorias periódicas da ONA e monitoramento dos indicadores de tempo de realização de exames, atendimento médico, liberação de exames, realização de procedimentos e de administração de medicamentos pertinentes. “O gerenciamento dos protocolos é realizado por enfermeiros que monitoram os indicadores de qualidade de forma contínua durante a internação dos pacientes. Estão incluídos a realização de relatórios diários para a equipe assistencial, o contato com o médico assistente e a elaboração e a implementação de ações de melhoria com base nos resultados dos indicadores avaliados”, explicou a Supervisora de Enfermagem Andressa Amaral, acrescentando que desde a implantação dos protocolos no Pronto Atendimento, resultados positivos foram obtidos, com melhorias dos processos e redução dos danos aos pacientes.


A Cura D'Alma









segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Unimed Bauru lança atendente guiada por inteligência artificial

 


O Centro de Diagnóstico Unimed (CDU) passará a oferecer ao público um novo modelo de atendimento telefônico, guiado pela Inteligência Artificial. “Utilizar uma ferramenta de atendimento inteligente ajuda a automatizar algumas ações simples, o que facilita o andamento dos processos, garantindo o atendimento de todos os solicitantes. Isso libera as equipes para atuarem em outras tarefas vitais e que precisam de atenção mais específica”, explica o presidente da Unimed Bauru, Aparecido Donizeti Agostinho.



Mesmo disponibilizando o Whatsapp para marcação de consultas e exames, o volume de ligações no CDU tem aumento constantemente, já que trata-se de um complexo de saúde que oferece diversos serviços. E muitas pessoas querem ir além de troca de mensagens. “Apesar da importância dos canais digitais, ainda existem os pacientes que não dispensam a conversa via telefone, seja para tirar dúvida ou entender melhor o procedimento que irão fazer. Dessa foram, iremos aumentar nosso suporte para oferecer um atendimento ainda mais rápido e completo para nosso público”, salienta o diretor técnico do CDU, Roger Tedde Mansano.

O atendimento feito pela LIA será focado, nesse primeiro momento, no agendamento, reagendamento, confirmação e cancelamento de consultas médicas no CDU. O cliente poderá conversar com a atendente virtual, respondendo às perguntas. Dessa forma, ela irá direcioná-lo em suas necessidades.


A Cura D'Alma