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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Hospital Municipal do M’Boi Mirim cria Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão

6/10/2022

Com o objetivo de ter, cada vez mais, novas iniciativas que garantam a pluralidade e a inclusão em seu quadro de colaboradores, além de mais equidade na assistência à saúde, o Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS), sob administração do Einstein, criou um Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão.

Composto por oito profissionais, o comitê será responsável por ampliar o olhar para ações voltadas à população minorizada ou vulnerável. Uma das primeiras iniciativas previstas será a criação de grupos de afinidades para debater pautas nos âmbitos de gênero, etnias, gerações, pessoa com deficiência e LGBTIA+. Além disso, outras ações devem ser implementadas nos próximos meses dentro do centro de saúde da rede pública.

“Esse momento traduz a responsabilidade de que junto com, e por meio de pessoas e da comunidade, possamos transformar e evoluir na construção de um ambiente de respeito, verdadeiramente inclusivo, capaz de promover equidade em todas as suas dimensões”, enfatiza Leonardo Rolim, diretor do hospital. Já Leonel de Ramos, responsável pela área de diversidade do Hospital Municipal M’Boi Mirim, destaca que “a diversidade e a inclusão dentro das organizações não são somente necessárias no sentido de promover igualdade, mas trazem pluralidade em diversos aspectos. Isso quer dizer, por exemplo, que um ambiente com funcionários diversos tem probabilidade maior de reunir habilidades e experiências diferentes, e ser mais propício à inovação”, afirma.

A ação vai ao encontro das políticas públicas implementadas pela Secretaria Municipal de Saúde, que contam com o Comitê Técnico de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e Intersexo, um órgão colegiado consultivo, criado com o objetivo de promover ações de saúde para essa população, prezando pela universalidade do acesso e a equidade da oferta de serviços nos campos da atenção à saúde integral, de promoção e vigilância em saúde, da educação permanente e educação popular, e da informação e da pesquisa no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a interlocutora de Saúde Integral da População LGBTIA+ e coordenadora do comitê da SMS, Tânia Regina Correa de Souza, a iniciativa tem uma grande importância para a área técnica, pois é um grupo formado por pessoas da gestão municipal, pela sociedade civil e por alguns parceiros institucionais. “Quando conseguimos agrupar todos esses saberes, conseguimos lidar melhor com as dificuldades e isso também ajuda na construção das políticas públicas de saúde para essa população. Entre as ações desenvolvidas pela secretaria, acredito que, até esse momento, o que temos de maior importância são as criações e elaborações dos protocolos clínicos para a população trans, que já está vigente. Outra grande conquista neste ano foi um curso criado para lidar com esses protocolos no modelo de ensino à distância (EAD), que certificou 408 profissionais de saúde com uma avaliação muito boa”, explica.

Foco ASG na rede privada e nas unidades públicas

A atuação do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão do Hospital M’Boi Mirim espelha a mesma formatação do projeto interno do Einstein, organização que administra a unidade municipal. “O Programa de Diversidade, Equidade e Inclusão do Einstein foi lançado em 2019 e, de lá para cá, nosso compromisso é ampliar cada vez mais as iniciativas neste âmbito, fundamentais para atuarmos no pilar ‘S’ da nossa ótica ASG”, comenta Miriam Branco, diretora-executiva de Recursos Humanos do Einstein.

A organização acompanha seus indicadores e informações com análise de perfil e trajetória de seus colaboradores, evidenciando os recortes e dados raciais, de gênero, de pessoas com deficiência, orientação sexual, identidade de gênero e geracionais. Também tem avançado na promoção da inclusão não somente no seu quadro de colaboradores, mas no mercado de trabalho em geral, inclusive por meio de capacitações ministradas para grupos minorizados.

Segundo a diretora, a criação do comitê na unidade do M’Boi Mirim representa mais um avanço em medidas e planos de ação para garantir a pluralidade em todos os espaços nos quais o Einstein está presente.

A Cura D'Alma




 

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Hospital e Maternidade Octaviano abre seleção para residência médica


 05/10/2022


O Hospital e Maternidade Octaviano, de Belo Horizonte (MG), pertencente ao Grupo Hapvida NotreDame Intermédica, abriu o processo seletivo  para médicos residentes. São cinco vagas para a área de ginecologia e obstetrícia. A inscrição pode ser feita até o dia 18 de outubro, exclusivamente pelo site www.aremg.org.br/processos-atuais.

A capacitação tem duração de três anos. Estarão aptos a participar do processo seletivo aqueles alunos que tenham concluído o curso de medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) até a data da inscrição. O edital com as orientações do processo e pré-requisitos está disponível no link MaternidadeOctavianoNeves-EditalPSU2023.

O Hospital e Maternidade Octaviano foi fundado em 1964 e oferece atendimento numa região privilegiada da capital mineira, com estrutura de maternidade, pronto atendimento, laboratório de análises clínicas, serviço de diagnóstico por imagem, atendimento ambulatorial para diversas especialidades e centro cirúrgico. A unidade ocupa uma área construída de 7,9 mil m². Do total de leitos (156), 45 são de UTI, sendo 30 de UTI neonatal e 15 de UTI adulto.

A Cura D'Alma




terça-feira, 4 de outubro de 2022

Em Barcarena (PA), a música auxilia no tratamento de recém-nascidos


 04/10/2022


A música é uma das mais antigas manifestações artísticas da humanidade e exerce profunda influência no nosso organismo, podendo despertar emoções, sentimentos e até lembranças. No Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan (HMIB), no interior paraense, ela é utilizada também como aliada no tratamento de recém-nascidos.

Na unidade, que pertence ao governo do Estado e é gerenciada pela Pró-Saúde, o projeto terapêutico “Hora do Soninho” proporciona aos pequenos em tratamento nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e de Cuidados Intermediários (UCIs), uma hora diária de relaxamento, com canções de ninar, sempre no período da tarde.

O projeto integra o protocolo “Meu desenvolvimento depende do seu silêncio”, que tem como foco o cuidado com ruídos para o bom desenvolvimento do bebê recém-nascido prematuro. A unidade atua como referência de atendimento em média e alta complexidades para gestantes e bebês de 11 municípios do Baixo Tocantins.

“Preparamos um ambiente mais calmo e propício para o relaxamento, com luzes apagadas, diminuição de barulho e até mesmo da circulação de pessoas. Tudo isso para garantir um melhor aproveitamento do sono para os bebês”, explica Daniella Dias, psicóloga da unidade.

Estudo indicam que ruídos em excesso podem causar prejuízos ao paciente, como apneia, hipertensão arterial, taquicardia e alterações do fluxo sanguíneo cerebral. Além disso, causam estresse e irritabilidade, gerando desconforto e possíveis dores.

No momento de aplicação da musicoterapia, a equipe assistencial e médica também se empenha em reduzir a abordagem e manipulação frequente dos recém-nascidos, como a aplicação de medicamentos, colocação de eletrodos, coleta de exames e outros procedimentos.

“O monitoramento é mantido, porém evitando qualquer ruído ou intervenção que não seja necessária, para garantir um clima propício ao conforto e completo relaxamento dos bebês, contribuindo para o tratamento”, explica Lorena Portal, diretora Assistencial.

Entre os benefícios dessa conduta terapêutica, é possível destacar a melhora significativa de ganho de peso e diminuição da agitação e irritabilidade dos bebês, contribuindo para uma recuperação mais rápida no ambiente hospitalar.

Os acompanhantes presentes durante a “Hora do Soninho” também são orientados e convidados a aproveitar os benefícios da ação. Isso porque a rotina hospitalar é cansativa também para a mãe ou pai que acompanha o bebê.

“Nossa gestão visa um atendimento humanizado, que acolhe integralmente. Esse momento de relaxamento é importante, pois além de promover o conforto emocional para os acompanhantes, torna o ambiente hospitalar um local de menos estresse e ansiedade”, complementa a psicóloga.

A Cura D'Alma






segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Pessoas com deficiência ainda têm dificuldades para se inserir no mercado de trabalho

 

30/09/2022


No mês da inclusão social, funcionários do Hospital São José falam sobre sua rotina de trabalho e preconceitos que já tiveram que superar

O mercado de trabalho ainda é exclusivo quando o assunto são pessoas com deficiência. Apesar de existir uma lei que exige que as grandes empresas tenham parte do seu corpo de funcionários sendo pessoas com deficiência (PCD), o número ainda é bem baixo e desmotiva muitos a saírem na busca por independência e melhores condições de vida.

Para tentar minimizar esse problema e aumentar as oportunidades e inclusão destas pessoas, muitas campanhas surgem a fim de conscientizar a população em geral. Uma delas é o setembro verde, que visa reforçar a luta por direitos e inclusão das pessoas com deficiência.

No Hospital São José, em Teresópolis, a inclusão é uma das bases da instituição, que possui funcionários PCDs e busca dar todo o suporte e qualidade de trabalho para os mesmos. É o caso do Julio Carvalho, que trabalha no setor de serviços de prontuários do paciente há quase 17 anos. O assistente de documentos e pesquisa é deficiente auditivo.

Julio conta que sua relação com os outros funcionários do hospital é muito boa. Eles o aceitam do jeito que é e compreendem suas necessidades e dificuldades. Contudo, nem sempre foi assim. O assistente conta que muitas vezes já passou por situações vexatórias e de preconceito.

¨Muitos não entendem e nem respeitam um deficiente. Por causa da minha deficiência auditiva, muitos não têm paciência de me explicar as coisas. As pessoas às vezes esquecem a minha deficiência e simplesmente fica por isso mesmo¨, explicou o funcionário.

Durante a pandemia, uma nova dificuldade surgiu na rotina do deficiente. O uso de máscaras dificultou a sua compreensão das conversas e gerou mais intolerância e preconceito em um momento em que o mundo necessitava de empatia e amor.

¨̈O uso de máscaras dificultou muito a minha vida, pois faço uma leitura labial para dar o melhor entendimento. Muitas pessoas se recusam a abaixar a máscara para conversar comigo e ainda ficam chateadas quando eu não compreendo ̈, relatou.

Outro funcionário do Hospital é o Lucas Tavares, de 23 anos, que possui escoliose e trabalha no São José há mais de 4 anos. Ele ocupa o cargo de operador de atendimento no setor de telefonia e conta que desde os 11 anos, quando foi diagnosticado com a doença, vem lutando para enfrentar os preconceitos.

¨O período da adolescência foi o mais conturbado para mim, quando falamos em preconceito. Sofri muito bullying. Me tornei uma pessoa muito reclusa e tímida, a ponto de não querer fazer atividades na escola ou ir em certos locais sozinho. Fazia de tudo para sair do foco, desviar os olhares de mim¨, contou Lucas.

O operador conta que conseguir um emprego foi fundamental para o seu desenvolvimento pessoal e para que conseguisse se aceitar e sair do isolamento em que vivia. Por isso, ele encoraja outros jovens e adultos PCDs a se darem uma chance e buscarem um emprego.

¨A maior compensação é saber a pessoa que me tornei depois daqui. Ter uma renda e estar trabalhando é legal, mas sentir-se digno, capaz de criar a própria história, de deixar um legado não tem preço. O meu conselho pra quem está receoso, é que faça. Distribua currículos, estude, invista em você, a gente é mais que rótulos e, no fim das contas, a deficiência é só um detalhe.


Hospital Márcio Cunha recebe certificado de excelência em UTIs pela maior base de dados do mundo


 30/09/2022


O Hospital Márcio Cunha (HMC), em Ipatinga (MG), administrado pela Fundação São Francisco Xavier, recebeu, no último dia 27 de setembro, a certificação Top Performer, reconhecimento concedido a unidades hospitalares que apresentaram os melhores resultados clínicos com utilização assertiva dos recursos no cuidado de pacientes críticos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Neste ano, mais de 1.600 UTIs foram avaliadas dentro do sistema Epimed, maior base de dados para gestão em terapia intensiva do mundo. Entre elas, 358 foram certificadas como Top Performer ou de alta excelência.

Representantes da empresa Epimed, responsáveis pela certificação, estiveram no HMC e fizeram a entrega de seis certificados, referentes às UTIs I, II e III, Unidade Coronariana e 2 UTIs Covid.

Além da certificação, as Unidades de Terapia Intensiva do HMC também receberam o “Selo Gestão de Indicadores de Qualidade e Desempenho”, conferido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), com apoio da Epimed, às UTIs adulto, que gerenciam seus indicadores com qualidade e desempenho.

“O Hospital Márcio Cunha faz parte de um seleto grupo de hospitais que receberam essa certificação em UTI em todas as cinco edições da Campanha Top Performer. É um reconhecimento ao trabalho de alta excelência, desenvolvido não somente pela equipe da UTI, mas por toda equipe assistencial”, pontua Márcio Soares, sócio-fundador da Epimed.

Reconhecimento

Para o médico intensivista e coordenador das unidades de Cuidados Especiais da Fundação São Francisco Xavier, Dr. Geraldo Majella, os certificados representam o compromisso que a instituição tem em oferecer serviço de excelência e com atendimento humanizado.  “É mais um reconhecimento do nosso importante trabalho desenvolvido com alta qualidade, seja no gerenciamento de dados, no aumento da segurança, refletindo em resultados assistenciais, e na otimização de recursos”, diz.

Majella explica que o sucesso alcançado em UTIs do HMC oferecem segurança e mais bem-estar ao paciente. “Com uma UTI de alta performance, o paciente tem menor tempo de internação, maior segurança e mais sucesso no tratamento”, conclui.

Gratidão

Essa é a primeira vez que todas as UTIs do HMC conquistam o Top Performer. A enfermeira e supervisora da UTI 3 do HMC, Luciana Rodrigues Santos Couto, não conteve sua gratidão ao reconhecimento. “Estamos muito orgulhosos pela UTI 3 ter levado esse prêmio. Estou à frente da unidade há um ano e durante esse tempo tivemos que enfrentar vários desafios. Mesmo com as adversidades, conseguimos preencher todos os critérios para garantir o Top Performer. É uma imensa conquista. Meus aplausos à toda equipe e minha gratidão”, comemora.

A Cura D'Alma





sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Presidente da Associação Brasileira de Transplantes destaca importância da doação de órgãos


 30/09/2022


Evento, promovido pelo Hospital Santa Teresa, encerra programação do Setembro Verde

“Alcançamos pela primeira vez a marca histórica de mais de 50 mil pessoas na fila aguardando por um transplante. Precisamos entender que o transplante dá mais chances ao paciente continuar vivendo, com qualidade de vida e com menor custo para o sistema de Saúde”, esclareceu o presidente da Associação Brasileira de Transplantes (ABTO), o médico Gustavo Fernandes Ferreira, que também é coordenador do Serviço de Transplante Renal de Juiz de Fora, durante o ciclo de palestras promovido pelo Hospital Santa Teresa, na última quarta-feira, para marcar o Setembro Verde.

Ferreira defendeu o amplo debate com a sociedade sobre a doação de órgãos para reverter o quadro atual de transplantes no país, que tem apresentado queda nos últimos três anos consecutivos. “O programa de transplantes do Brasil, que é o maior programa público do mundo, sofreu com os dois anos de pandemia, sendo duramente impactado pela redução de doações, mas também pela perda de pacientes transplantados e pacientes que aguardavam por um transplante”, contou o presidente da ABTO, ressaltando que também é importante ampliar a discussão sobre as doações de órgãos em vida, como é o caso do fígado e do rim. “Infelizmente, não é uma realidade dizer que os doadores mortos suprem a necessidade. A doação de pessoas vivas precisa ser lembrada como uma fonte importante de órgãos, já que propicia chances maiores de bons resultados para o paciente”, explicou, acrescentando que 186 mil pessoas realizam tratamento de hemodiálise no país, mas apenas 20% conseguem entrar na fila para espera de um órgão.

O médico Sandro Montezano, representante do Programa Estadual de Transplantes (PET), também participou do evento e ressaltou a lisura e transparência de todo o processo desde a identificação dos possíveis doadores até a realização da doação e a cirurgia do transplante: “São muitos itens de segurança aplicados durante todo o processo. O sistema é seguro e blindado para que não haja nenhum escape ético e legal que possam colocar em dúvida a credibilidade e seriedade do programa”, disse conclamando a sociedade e os profissionais de saúde a lutar pela causa. “Precisamos fazer muito mais porque existem muitas pessoas precisando de um órgão. No Rio de Janeiro, realizamos em média de 280 a 310 doações por ano, enquanto a fila só aumenta. Este ano, 1530 novos pacientes entraram na fila no Rio de Janeiro”, informou.

O evento também contou com a participação de duas pacientes transplantadas, Consuelo de Carvalho Leite e a triatleta Natanne de Oliveira, que contaram as suas experiências; da coordenadora de psicologia do HST, Jociane Gatto e da assistente social, Tamires Ferreira, que falaram sobre o acolhimento familiar; e dos enfermeiros Thauan Pereira e Julio Barros, que realizaram uma simulação de caso de morte encefálica.

O Hospital Santa Teresa é referência na região na captação de órgãos e o único hospital a contar com uma Comissão Intra-hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT). O trabalho na instituição é realizado desde 2006 e foi responsável por 55 captações na última década. “Este é um trabalho muito bonito que nos coloca entre os principais captadores do estado. Apesar de ser um momento de muita dor para a família, pode ser um alívio para quem precisa de um órgão. Atuamos dando conforto às famílias e ressignificando esse momento”, declarou Leonardo Menezes, que se despede da direção executiva do hospital.

 


Hospital Nove de Julho e Boston Scientific apresentam no Brasil técnica pioneira de Colangioscopia intraoperatória e percutânea


 30/09/2022


A Boston Scientific e o Hospital Nove de Julho, pertencente à Dasa, rede de saúde integrada do Brasil, trazem ao País uma técnica pioneira de Colangioscopia, que já está aprovada pela Anvisa e chega ao mercado nacional até o final de 2022. Com o objetivo de manter o compromisso com a inovação, essa parceria possibilitará a ampliação do uso de uma tecnologia desenvolvida e patenteada pela empresa há mais de dez anos, antes usada somente na endoscopia, agora pensada para radiologistas intervencionistas e cirurgiões da área gástrica e oncológica.

O SpyGlass Discovery faz parte de uma evolução tecnológica de patente da Boston Scientific, contribuindo para um planejamento cirúrgico mais assertivo, sendo um aliado importante no tratamento oncológico quando consideramos biópsias dirigidas por visualização direta. E também para uma abordagem intraoperatória mais segura de vias biliares, permitindo a exploração dos dutos e extração de cálculos difíceis, durante uma mesma abordagem cirúrgica.

“Queremos mostrar que o sistema de colangioscopia do SpyGlass Discovery pode ser utilizado em conjunto com outras tecnologias disponíveis, para abrir novos caminhos na medicina. Nossa expectativa com essa parceria com o Hospital Nove de Julho, que abraçou a ideia, é proporcionar grandes avanços associados principalmente ao tratamento oncológico e cirurgias hepato pancreato biliares complexas nas questões de abordagem, suporte, avaliação e acompanhamento, que podem inclusive serem consideradas para pacientes pré e pós-transplante.”, comenta Marcelo Meroni, Diretor de Unidade de Negócios na Boston Scientific.

Com o apoio de uma biópsia dirigida por visualização direta e o acesso às áreas mais difíceis, como ductos intra-hepáticos e pancreáticos, o paciente poderá contar com uma detecção eficaz de tumores, para assertividade de sua resposta terapêutica, com definição mais segura de margens de ressecção cirúrgicas. Este acesso permite, ainda, a remoção de cálculos de forma menos invasiva, possibilitando uma recuperação mais rápida.

“Aqui no Hospital Nove de Julho sempre fomos guiados pela inovação e tecnologia. Está no nosso DNA aliar pesquisas ao desenvolvimento de novas técnicas que irão beneficiar nossos pacientes e, por isso, ter a Boston como nosso parceiro tecnológico é tão importante. Com esse novo método de colangioscopia será possível alcançar cada vez mais pessoas”, reforça Dr. Bruno Alves Pinto, Diretor-Geral do Hospital Nove de Julho.

Evento de pré-lançamento

Para dar início a essa parceria e apresentar a técnica com perspectiva de discussão multidisciplinar, em 15 de setembro aconteceu o pré-lançamento da tecnologia que terá novas perspectivas para o bem-estar dos pacientes, principalmente da área oncológica e hepatogástrica. Com coordenação de Dr. Tomazo Franzini, Coordenador Médico de Endoscopia da Dasa. O evento trouxe palestrantes de peso para a área médica como Dr. Gustavo Fernandes, Diretor-Geral de Oncologia da Dasa, e Dr. Paulo Chapchap, Conselheiro de Hospitais e Oncologia também da rede.

Além disso, também teve a presença internacional do Prof. Mariano Gimenez, Professor de Cirurgia da Escola de Medicina de Buenos Aires (ARG), que apresentou seu estudo clínico sobre o uso da Colangioscopia, experiência e revisão das abordagens propostas

“Estamos apresentando esse novo método para os profissionais da área e fazendo uma frente de trabalho para que possamos oferecer aos pacientes, que precisam de procedimentos bili-pancreáticos e que possuem indicação para uso da técnica. Essa tecnologia possibilita uma nova via de acesso para a cirurgia e agrega a possibilidade de diagnóstico das vias biliares, podendo eliminar a necessidade de outras intervenções e internação em UTI”, afirma o Dr. Tomazo Franzini.

Durante a ocasião foi possível conhecer a tecnologia e ferramentas inovadoras desenvolvidas para a capacitação dos médicos intervencionistas, como simuladores a conteúdos de realidade virtual e realidade aumentada, além de casos filmados pela Boston e Hospital Nove de Julho, mostrando a aplicação das técnicas para novas especialidades.

“A inclusão de novas tecnologias que descomplicam e beneficiam a jornada do paciente é um dos pilares da Dasa e do Hospital Nove de Julho. O hospital será pioneiro no Brasil na oferta deste equipamento, dando novas alternativas cirúrgicas ao nosso time de endoscopia. Isso ratifica o compromisso diário para ampliar o acesso a um cuidado de saúde com qualidade e sempre pautado na parceria que empodera os nossos pacientes”, pontua o Dr. Paulo Chapchap, Conselheiro de Hospitais e Oncologia da Dasa.

 

 A Cura D'Alma