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terça-feira, 30 de abril de 2024

Planos de saúde coletivo terão aumento de 14% em terceiro ano de alta; veja as maiores taxas

 

28/04/2024

Na lista de maiores grupos, o levantamento cita SulAmérica, Bradesco Saúde e Amil como os responsáveis pelas maiores taxas, superiores a 20%


Os planos de saúde coletivos terão reajuste de dois dígitos neste ano, de acordo com relatório da XP Investimentos com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O aumento médio foi de 15% no período entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024.
De acordo com o levantamento, os reajustes se mantêm nesse patamar pelo terceiro ano seguido. Em 2023, a alta média nos preços de planos coletivos foi de 14,38%; em 2022, os reajustes oscilaram na casa de 11,54%

Dados da ANS registram 50,9 milhões de beneficiários no mercado, com 88,6% deles nos planos coletivos, sejam empresariais e por adesão, quando vinculados a uma entidade de classe ou administradora de benefícios. Os reajustes dos planos individuais e familiares são limitados pela agência, que fixa um teto.

Maiores taxas dos planos de saúde

Na lista de maiores grupos, o levantamento cita SulAmérica, Bradesco Saúde e Amil como os responsáveis pelas maiores taxas, superiores a 20%.

A expectativa dos especialistas responsáveis pelo relatório é de que "as precificações mais agressivas continuem ocorrendo por pelo menos mais um ano no mercado de planos de saúde".

Entre os fatores que justificam a alta estão o aumento das despesas dos planos de saúde, com a retomada de atendimentos que haviam sido interrompidos durante a pandemia da covid-19, inflação de custos e incorporação de novas tecnologias.

O mercado de planos odontológico possui uma dinâmica distinta. Os aumentos de preços permanecem no nível de um dígito.

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 28 de abril de 2024 19h29


A Cura D'Alma












segunda-feira, 29 de abril de 2024

COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA MENORES É TEMA DE FÓRUM PROMOVIDO PELO HOSPITAL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE DE RIO PRETO

29/04/2024


 O Hospital da Criança e Maternidade (HCM) realizou nesta sexta-feira, 26, o III Fórum de Combate aos Maus Tratos na Infância e Adolescência. A ação contou com a participação de profissionais que acompanham a infância e adolescência em áreas da saúde, educação e autoridades judiciais e trouxe exemplos de projetos para acolhimento das vítimas.

O Fórum de Combate aos Maus Tratos na Infância e Adolescência foi idealizado após a instituição constatar um aumento expressivo nos atendimentos às vítimas de maus tratos. Nesta terceira edição, o evento trouxe uma discussão a respeito da aplicabilidade da lei 12.431/2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência.

“Esse evento é fundamental porque é uma oportunidade extremamente especial em que o HCM, na promoção desse evento, pode trazer várias autoridades, vários especialistas para discutir sobre o tema da violência contra criança e adolescente e o que está sendo feito para que a gente possa atender e acolher cada vez melhor esses pacientes tão fragilizados diante de maus tratos”, destacou o diretor administrativo do HCM, Dr. Antônio Soares Souza.

Pensando em um atendimento qualificado para atender esses casos, o HCM conta com o projeto Acolher, que definiu um protocolo sigiloso e que ampara as vítimas em aspectos médicos, psicológicos e jurídicos ainda durante o atendimento no hospital. Só no ano de 2023, 181 casos de maus tratos foram atendidos e encaminhados para acolhimento social e jurídico pelo projeto.

“Depois que essa porta foi criada, a gente vê um trabalho muito bonito sendo feito. A partir do momento que atendemos a vítima e notificamos na Vara da Infância, acontece um acompanhamento com essa família, então sabemos que a criança está sendo protegida, está sendo vista e a família reabilitada. Então para nós é muito gratificante, porque o atendimento médico nós sempre fizemos de forma muito especializada, mas ter essa ponte com a vara da infância nos ajudou nesse acolhimento mais amplo e humanizado”, explicou a diretora técnica do HCM, Dra. Fernanda Del C. B. Braojos.

O juiz da Vara da Infância e Juventude de Rio Preto, Dr. Evandro Pelarin, foi um dos palestrantes do evento. Ele destacou a importância da parceria entre o HCM e a Vara da Infância e a relação da parceria no aprimoramento dos sistemas de escuta e de recebimento de denúncia, com o Projeto Acolher.

“O que a gente busca, na verdade, com o cumprimento da lei, é essa maior integração, a maior disponibilidade de meios para as denúncias das crianças, o que vem se confirmando. Os números vêm demonstrando que nós melhoramos os nossos canais de comunicação para recebimento das denúncias. O Fórum Contra os Maus Tratos em si tem sido um instrumento legal de mobilização da comunidade para o tema e de manter o assunto vivo na comunidade”, disse o juiz.

Para trazer outras experiências no acolhimento das vítimas de maus tratos, o secretário municipal de Desenvolvimento Social de Vitória da Conquista – BA, Michael Farias, apresentou o trabalho desempenhado na cidade e a criação do comitê de gestão da rede colegiada de proteção social de crianças e adolescentes.

“O processo de implementação da lei da escuta protegida em Vitória da Conquista exigiu um esforço coletivo entre a Prefeitura de Vitória da Conquista, os órgãos integrantes do sistema de justiça, do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente e do sistema de segurança pública. Toda essa convergência de esforços fez com que nós conseguíssemos avançar na construção de uma resposta sistêmica às diversas violências que fazem parte do cotidiano do município”.


A Cura D'Alma




sexta-feira, 26 de abril de 2024

Amil é comprada por R$ 11 bilhões pelo empresário José Seripieri Filho

25/04/2024


O empresário José Seripieri Filho, o Junior, que fundou a Qualicorp e a Qsaúde, comprou a Amil, operadora de planos de saúde, que pertencia ao UnitedHealth Group (UHG), por R$ 11 bilhões, segundo pessoas que acompanham a transação.A Amil vinha sendo disputada também pelo empresário Nelson Tanure, da operadora Alliança, e pelo fundo de private equity americano Bain Capital –que já foi acionista relevante da NotreDame Intermédica no País.Na maior transação de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) feita no país entre uma única pessoa física e uma companhia, Junior pagará R$ 2 bilhões ao UHG e assumirá passivos de cerca de R$ 9 bilhões. O valor total, porém, pode ser maior por causa de eventuais contenciosos.

Essa foi a estratégia da oferta de Junior, que assume o negócio de “porteira fechada”, mesmo com o risco de enfrentar eventuais gastos maiores no futuro.

Por outro lado, esse também teria sido o motivo pelo qual os americanos da Bain saíram da disputa.

Caso ficassem, as negociações se estenderiam para o próximo ano, algo que o UHG queria evitar.

Procurada, a Amil respondeu que “o UnitedHealth Group Brasil não comenta especulações de mercado”.

A operação precisa ser submetida ao Cade e à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Perdas

A operação brasileira, pela qual a empresa pagou quase R$ 10 bilhões há dez anos, é pequena para o tamanho da gigante americana –e tem perdas principalmente com os planos de saúde individuais. Tanure também teria pedido proteção contra outros contenciosos em sua oferta.

A Amil é a quarta maior operadora do País, atrás de NotreDame Intermédica, Hapvida e Bradesco Saúde, com 6% de participação de mercado, segundo a ANS. Ela tem cerca de 5,4 milhões de beneficiários de planos de saúde e dentários, 31 hospitais e 28 clínicas médicas.

Com o negócio, Junior volta ao setor de saúde, no qual fez fortuna. Conhecido por ter erguido a Qualicorp (cujo controle vendeu em 2019 para, no ano seguinte, abrir a QSaúde), que se transformou numa gigante dos planos de saúde de entidades de classe, ele terá o desafio de arrumar as contas de uma empresa que hoje tem geração de caixa negativa, na casa de R$ 2 bilhões.

No ano passado, a Amil faturou pouco mais de R$ 26 bilhões, e teve prejuízo de R$ 1,7 bilhão.

Linha de chegada

A arrancada do empresário na reta final das negociações surpreendeu o mercado. Na quinta-feira, um dia antes de o conselho do UnitedHealth Group se reunir para bater o martelo sobre a venda da Amil, o cenário indicado parecia ser outro.

Nelson Tanure teria aumentado sua oferta, chegando a R$ 2,5 bilhões, pagos diretamente aos controladores.

Pessoas próximas das negociações diziam que o movimento de aumento no valor não teria sido acompanhado por Seripieri Filho – versão que caiu por terra na sexta-feira, 22.

Também aparecia na disputa o fundo americano Bain Capital, que foi acionista relevante da NotreDame Intermédica até 2021, quando a operadora se juntou à Hapvida.

Em agosto, o fundo vendeu R$ 1,3 bilhão em ações da Hapvida, mas é um gigante com US$ 165 bilhões sob gestão.

Estadão Conteúdo

A Cura D'Alma





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quinta-feira, 25 de abril de 2024

Agência Nacional de Saúde (ANS) adia início de novas regras de inadimplência para planos de saúde

 

25/04/2024

Agora, o início da resolução ficou fixado para 1.º de setembro deste ano


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) adiou o início de vigência da Resolução Normativa (RN) 593/2023, que estabelece novas regras para tratar a inadimplência em planos de saúde, incluindo exclusão, suspensão ou rescisão de contrato. Agora, o início da resolução ficou fixado para 1.º de setembro deste ano.

Em comunicado, a ANS afirma que o adiamento dará mais prazo para o desenvolvimento de material informativo que esclareça dúvidas que possam surgir com as mudanças criadas pela resolução. Além disso, ele visa a dar tempo adicional para as operadoras se adaptarem às novas regras. Com as novas diretrizes em vigor, os planos de saúde terão que contatar o beneficiário para discutir a inadimplência até o 50º dia de atraso no pagamento, antes de considerar qualquer exclusão, suspensão ou rescisão unilateral do contrato.

Alterações no contrato em decorrência da inadimplência só serão válidas se a operadora conceder prazo de dez dias, após o 50º dia de atraso, para que o pagamento pendente seja efetuado, contando a partir do momento em que o beneficiário é contatado

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 25 de abril de 2024 08h53



A Cura D'Alma






quarta-feira, 24 de abril de 2024

Planos de saúde ganham quase 1 milhão de usuários em 12 meses

 

09/04/2024

Em fevereiro deste ano, número chegou a 50,9 milhões. Em relação ao mesmo mês do ano passado, foram mais 944.070

O total de beneficiários em planos de saúde chegou a 50,95 milhões em fevereiro de 2024, informou nesta sexta-feira a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Foi um acréscimo de 944.070 usuários — quase 1 milhão — nos planos de assistência médica, em relação ao mesmo mês de 2023.O crescimento foi puxado pelos planos empresariais, que têm hoje 35,96 milhões de usuários, 1,1 milhão a mais de beneficiários em relação a fevereiro de 2023, o que pode refletir o aumento do emprego formal no país nos últimos meses

Por outro lado, houve redução nos planos individuais ou familiares, que passaram de 8,89 milhões de usuários há um ano para 8,79 milhões agora. O número de beneficiários de planos coletivos por adesão, como os feitos por associações, sindicatos, por exemplo, também recuou, de 6,21 milhões para 6,16 milhões.

Há ainda 32.833.233 usuários em planos exclusivamente odontológicos.

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 5 de abril de 2024 14h25.

Última atualização em 5 de abril de 2024 14h44




A Cura D'Alma








terça-feira, 23 de abril de 2024

40 dias após cirurgia intrauterina inédita, bebê tem alta do maior hospital do interior paulista

 

23/04/2024

Quarenta dias depois de ser operado para corrigir uma mielomeningocele, em cirurgia inédita na região noroeste paulista, ainda dentro do útero da mãe, o bebê teve alta do Hospital da Criança e Maternidade (HCM), de São José do Rio Preto, no noroeste paulista, nesta segunda-feira (22 de abril). Os pais e profissionais comemoraram o sucesso da cirurgia para a mãe e, principalmente, para o bebê, que deixou o HCM em ótimo estado de saúde e com maiores chances de ter um bom desenvolvimento neuro-motor.
A Mielomeningocele é uma malformação congênita da coluna vertebral do feto que ocorre no início da gravidez. Devido ao fato da medula e raízes nervosas ficarem expostas por causa da malformação, o bebê pode desenvolver complicações graves como dificuldade de marcha - eventualmente não consegue andar - como também o desenvolvimento de hidrocefalia.
O cirurgião fetal do HCM Gustavo Henrique de Oliveira, que realizou o procedimento, explica que a correção intrauterina da mielomeningocele melhora significativamente a qualidade de vida e o desenvolvimento destas crianças. “A cirurgia pode ser feita de maneira tradicional, conhecida como técnica a "céu aberto", porém, no HCM, realizamos a técnica conhecida como SAFER, procedimento totalmente endoscópico e intrauterino, o que minimiza os riscos maternos e com os mesmos benefícios para o bebê”, explicou o médico.
Atualmente, somente dois hospitais do Brasil realizam esta cirurgia minimamente invasiva devido à alta complexidade e à necessidade de treinamento intenso equipe multidisciplinar envolvida. “O HCM foi primeiro no noroeste paulista a fazer essa cirurgia. Esse marco histórico mostra que nossa equipe de profissionais está bem capacitada e apta para fazer em ocasiões futuras”, ressaltou Dr. Gustavo.
À saída, o motorista Leandro da Silva Ferraz, pai do bebê, fez questão de agradecer os profissionais do Hospital da Criança e Maternidade. “Mesmo sabendo ser a primeira vez que iriam fazer esta cirurgia, a equipe nos explicou tudo e ficamos muito tranquilos. Agora, nosso filho está aí, com saúde. Não tenho palavras pra dizer aos médicos e todos que cuidaram da minha esposa e meu filho”, declarou Leandro, moradora de Mirassol.
A mãe Vanessa Ferraz descobriu a malformação em seu filho ao fazer um ultrassom com 20 semanas de gestação. “Para mim foi um susto. Fiquei com medo e imaginei que pudesse ser bem grave, porque tive outras quatro gestações e nunca tinha passado por isso. Mas agora estou aliviada. Sou muito grata a todos do HCM e pelo atendimento que recebi”, disse.
Esta nova técnica cirurgia é mais um exemplo da condição do HCM de Rio Preto como centro médico referência em tratamento e procedimentos de alta complexidade. “Atualmente temos poucos centros de referência no Brasil em cirurgia fetal e estamos empenhados em nos consolidar cada vez mais por meio da formação da equipe multisiciplinar”, afirmou o ginecologista Wagner Vicensoto, vice-diretor executivo da Funfarme, fundação mantenedora do HCM.


Quarenta dias depois de ser operado para corrigir uma mielomeningocele, em cirurgia inédita na região noroeste paulista, ainda dentro do útero da mãe, o bebê teve alta do Hospital da Criança e Maternidade (HCM), de São José do Rio Preto, no noroeste paulista, nesta segunda-feira (22 de abril). Os pais e profissionais comemoraram o sucesso da cirurgia para a mãe e, principalmente, para o bebê, que deixou o HCM em ótimo estado de saúde e com maiores chances de ter um bom desenvolvimento neuro-motor.
A Mielomeningocele é uma malformação congênita da coluna vertebral do feto que ocorre no início da gravidez. Devido ao fato da medula e raízes nervosas ficarem expostas por causa da malformação, o bebê pode desenvolver complicações graves como dificuldade de marcha - eventualmente não consegue andar - como também o desenvolvimento de hidrocefalia.
O cirurgião fetal do HCM Gustavo Henrique de Oliveira, que realizou o procedimento, explica que a correção intrauterina da mielomeningocele melhora significativamente a qualidade de vida e o desenvolvimento destas crianças. “A cirurgia pode ser feita de maneira tradicional, conhecida como técnica a "céu aberto", porém, no HCM, realizamos a técnica conhecida como SAFER, procedimento totalmente endoscópico e intrauterino, o que minimiza os riscos maternos e com os mesmos benefícios para o bebê”, explicou o médico.
Atualmente, somente dois hospitais do Brasil realizam esta cirurgia minimamente invasiva devido à alta complexidade e à necessidade de treinamento intenso equipe multidisciplinar envolvida. “O HCM foi primeiro no noroeste paulista a fazer essa cirurgia. Esse marco histórico mostra que nossa equipe de profissionais está bem capacitada e apta para fazer em ocasiões futuras”, ressaltou Dr. Gustavo.
À saída, o motorista Leandro da Silva Ferraz, pai do bebê, fez questão de agradecer os profissionais do Hospital da Criança e Maternidade. “Mesmo sabendo ser a primeira vez que iriam fazer esta cirurgia, a equipe nos explicou tudo e ficamos muito tranquilos. Agora, nosso filho está aí, com saúde. Não tenho palavras pra dizer aos médicos e todos que cuidaram da minha esposa e meu filho”, declarou Leandro, moradora de Mirassol.
A mãe Vanessa Ferraz descobriu a malformação em seu filho ao fazer um ultrassom com 20 semanas de gestação. “Para mim foi um susto. Fiquei com medo e imaginei que pudesse ser bem grave, porque tive outras quatro gestações e nunca tinha passado por isso. Mas agora estou aliviada. Sou muito grata a todos do HCM e pelo atendimento que recebi”, disse.
Esta nova técnica cirurgia é mais um exemplo da condição do HCM de Rio Preto como centro médico referência em tratamento e procedimentos de alta complexidade. “Atualmente temos poucos centros de referência no Brasil em cirurgia fetal e estamos empenhados em nos consolidar cada vez mais por meio da formação da equipe multisiciplinar”, afirmou o ginecologista Wagner Vicensoto, vice-diretor executivo da Funfarme, fundação mantenedora do HCM
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